Relações exteriores

Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e captura de Maduro

Presidente classificou atos como afronta gravíssima à soberania do país sul-americano, um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional e cobrou resposta vigorosa da ONU

Agência Gov, com informações da Agência Brasil
03/01/2026 10:25
Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e captura de Maduro
Leonardo Fernandez Viloria/Reuters
Capital da Vezeuela, Caracas, e outras cidades teriam sido atingidas por bombardeios na madrugada deste sábado (3)

O presidente Lula se manifestou pelas redes sociais sobre o bombardeio em larga escala dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrido na madrugada deste sábado (3/1), e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

Lula condenou a ação militar e cobrou uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional", escreveu Lula

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Em manifestação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o ataque à Venezuela. Trump afirmou que houve sucesso e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país. 

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou o ataque de "vil e covarde". Padrino pediu ajuda internacional.

Trump acusa Maduro de liderar uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas. Bombardeios norte-americanos a barcos nas águas do Caribe ocorreram nos últimos meses.

No entanto, por diversas vezes, o presidente da Venezuela negou envolvimento com o tráfico e também pediu apoio de organismos internacionais.

Diálogo e cooperação

Na sua manifestação, Lula pede uma resposta vigorosa da ONU, a Organização das Nações Unidas, sobre o episódio.

O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação", escreveu o presidente

 


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