Rede nacional de cuidados para população idosa quer integração de estados e municípios
Em entrevista do programa A Voz do Brasil, o secretário Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, Alexandre da Silva, fala sobre como a Rede Nacional de Proteção e Defesa dos Direitos Humanos da Pessoa Idosa pode envolver todas as instâncias federativas e a população
Municípios, estados e o governo federal poderão ter ações conjuntas para garantir proteção e acesso a direitos por meio da Rede Nacional de Proteção e Defesa dos Direitos Humanos da Pessoa Idosa. Em entrevista à Voz do Brasil, o Secretário Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Alexandre da Silva explicou vai funcionar essa colaboração.
Se o problema for municipal, nós vamos criar essa rede no município para que essas entidades, esses órgãos, a gestão municipal, uma secretaria específica, consigam dar resposta o quanto antes. Mas, por vezes, um problema que envolva, por exemplo, uma questão de uma instância estadual, eu já teria que procurar a instância estadual para dar essa resposta ou, muitas vezes é uma questão ministerial, alguma ação que possa ser garantida por um ministério.
De acordo com o secretário Alexandre, o foco da Rede é a intersetoralidade, criando soluções para as pessoas idosas com mais de um setor.
Um exemplo: pode acontecer uma dificuldade da pessoa idosa em acessar um serviço de saúde. Isso pode ser decorrente do transporte, isso pode ser decorrente da dificuldade dela em ler, então ela não consegue muitas vezes pegar um ônibus ou chamar um táxi porque ela não consegue ler. E aí pode ser um outro problema o transporte em si, que pode estar disponível ou dificultoso naquela região. Então, a resposta intersetorial é o ponto central.
Confira a entrevista no YouTube do Canal Gov:
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